sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

INTRODUÇÃO
A animação ambiental constitui uma das componentes da oferta de produtos turísticos, conjugados conformes de lazer e contacto com a natureza. A nossa região favorece a prática deste tipo de actividades. Na nossa zona podemos praticar:
Slide;
Rappel;
Escalada;
Paintball;
Todo terreno.

SLIDE
É uma actividade que consiste em deslizar por um cabo de aço, através de uma roldana, propondo aos seus praticantes enfrentar o medo das alturas e testar as suas capacidades físicas e psíquicas.
Embora possa ser praticado em qualquer lugar onde se possa esticar um cabo na diagonal, a montanha é o ambiente ideal, porque permite a integração directa com o meio ambiente.


RAPPEL
É uma modalidade desportiva que está inserida no grupo dos desportos de montanhismo. Consiste na descida de superfícies verticais auxiliada por cordas.
Esta modalidade exige alguma concentração e cuidado. Deverá ser praticada com todos os meios de segurança necessários e acompanhada por pessoas experientes.
Para quem goste de pôr à prova a sua resistência física e de vencer obstáculos!

ESCALADA
Esta modalidade consiste na subida de superfícies verticais utilizando mãos e os pés. A segurança é essencial, e embora seja um desporto extremamente seguro, nunca deve ser praticado sozinho a não ser por pessoas com muita experiência. Esta modalidade apaixonante requer muito treino, técnica e agilidade. A recompensa é uma extrema realização, auto-estima e sensação de liberdade.

COMO PODEMOS DEFINIR O PAINTBALL
Podíamos definir Paintball como um jogo "radical", em que há muita adrenalina, muita emoção, no qual todos se divertem e quem não joga é parvo. Mas não vamos fazer tal coisa.
O que é o Paintball?
Paintball é um jogo, que pode ser jogado de inumares maneiras, existindo no entanto alguns pontos fundamentais:
1.Todos os jogadores têm de estar devidamente equipados
2.Têm de existir e serem cumpridas normas de segurança
3.As regras do jogo são definidas antes do jogo
4.Para fazer cumprir as regras poderão existir árbitros
Aqui apenas tentamos dar uma ideia muito básica do que é o Paintball. Para saber mais veja a visita guiada que preparámos para si, mas não se esqueça que só vai realmente saber depois de jogar!
Hoje em dia, o Paintball é jogado com duas equipas no campo, sendo um clássico o jogo das bandeiras, em que ganha a equipa que conseguir ir buscar a bandeira dos adversários sem perder a sua. Mas não quer dizer que Paintball seja só isto, pois podem haver varias equipas em jogo, com um numero variável de jogadores, com ou sem árbitros, e uma infinidade de jogos diferentes.
Por motivos de segurança, todos os jogadores são obrigados a usar máscaras protectoras. Estas máscaras protegem os olhos, face e ouvidos de serem atingidos por bolas de Paintball, e o seu uso é obrigatório sempre que esteja a decorrer um jogo.


TODO O TERRENO
Desde o início da Primeira Guerra Mundial que o exército norte-americano procurava a criação de um veículo de reconhecimento para todos os tipos de terreno, mas que fosse rápido e leve.
Com o rebentar da Segunda Guerra Mundial tornou-se imprescindível a criação deste veículo.
Em 1940, surgia de um concurso público lançado pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos o primeiro veículo de Todo o Terreno.
No caderno de encargos estipulava-se que a viatura devia ser capaz de transportar três passageiros, 250 kg de carga, uma metralhadora pesada, ter uma velocidade máxima de, pelo menos, 80Km/h e tracção às quatro rodas.
O primeiro nome, em alusão à capacidade de carga, foi Quarter-Ton, mas pouco depois adoptou-se outro, que focava a sua versatilidade de utilização GP (General Purpose). E o GP transformou-se em Jeep, marca registada da Willy's.
O nascimento deste veículo teve uma história bastante atribulada, uma vez que os prazos para a entrega dos protótipos eram demasiado curtos. E quem acabou por ganhar o concurso foi uma pequena marca, a Bantan, que em pouco mais de dois meses deu por concluído o projecto, produzindo dois exemplares.
Com a rápida necessidade de fabricação de um elevado número de veículos, a Ford produziu, em 1942, sob licença, uma encomenda de Jeep. Daí que haja unidades desses primeiros todo o terreno com motor Ford.
Ainda antes do final da Segunda Grande Guerra o Jeep começa a evoluir para o mercado civil. Em 1944 foram desenvolvidos planos para se utilizar o Jeep na agricultura. Com esse propósito, e a partir do primeiro modelo do exército, a Willy's produziu 22 protótipos do veículo civil.
Estes protótipos levaram à produção do primeiro Jeep civil, o CJ2A, lançado em 1945.
Em 1948 surgiu o Land Rover, na sua primeira versão, fabricada até 1951, com uma filosofia e performances muito próximas do Jeep.
A grande diferença residia na carroçaria. Enquanto no Jeep era construída em chapa de aço, no Land Rover era em alumínio. E ainda hoje continua a sê-lo.
Durante muitos anos foram estes dois todo o terreno os únicos conhecidos entre nós.
Eram carros de trabalho, em que alguns se divertiam em passeios pelos campos.
Aproveitando a vocação para os caminhos difíceis os ingleses foram os primeiros a organizar uma prova de Todo o Terreno automóvel, na modalidade de Trial.
No início da década de 50 surgem os primeiros todo-o-terreno japoneses, também eles, quase sempre baseados no Jeep, e por vezes construídos sob licença da marca americana.
Em 1970 dá-se a revolução europeia no mundo do todo o terreno, com o aparecimento do Range Rover.
É abandonada a filosofia do "puro e duro" veículo de trabalho e entra-se no mundo do Todo o Terreno luxuoso, com veículos capazes de competir em conforto e performance com os automóveis de turismo de topo de gama.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Artesanato local

Vou contar uma historia…

Para preencher o tempo e ocupar o espírito, comecei a brincar com um velho livro de receitas de licores artesanais. Pegando nos infindáveis horizontes que se rasgam para a fabricação caseira de licores, seja com frutos, flores, folhagens aromáticas, ervas… dei largas à minha imaginação e com criatividade fiz experiências conjugando sabores, variando quantidades e temperos.
Inicialmente e por brincadeira, gostava de presentear os meus amigos com as minhas bebidas e geralmente a expressão que mais ouvi foi: “mas isto é bom!!!”.
Na primeira edição do Iberfolk (Setembro 2007), foi-me lançado o desafio de apresentar ao público os meus licores. Tendo em conta o festival de música e dança de cariz tradicional, nessa altura atribui a cada licor o nome de uma dança:
- chamarita (hortelã);
- chula (pêssego);
- malhão (ervas);
- vira (amora);
- corridinha (laranja);
- fandango (cereja);
- fofa (leite);
- pingache (morango).
O sucesso foi enorme, a aceitação por parte dos presentes foi muito acima de qualquer expectativa: esgotei o meu stock de licores!
O Iberfolk foi sem dúvida o grande impulsionador para a minha actividade.
Na segunda edição do Iberfolk (Setembro 2008), o êxito foi de novo repetido, desta vez com novos sabores e maior variedade e a promessa de criar um exclusivo para o festival.
Participei também em algumas feiras, como foi o caso da feira do Mundo Rural no Souto, a festa da Europa no Sabugal, a feira de artesanato em Sortelha… O meu posto de vendas privilegiadas é Sortelha no Largo do Corro onde convido todos a fazer uma prova. Os visitantes e turistas, de modo geral, gostam e compram. É um produto despretensioso, agradável, de diferente qualidade e único.
Continuo sempre a criar novos sabores e até agora a lista já vai um pouco extensa… mas quero que cresça mais ainda…
Licores de:
- laranja;
- limão;
- tangerina;
- café;
- leite;
- hortelã;
- poejos;
- tília;
- amora;
- funcho;
- marmelo;
- cereja;
- ginja;
- canela;
- cenoura;
- banana;
- castanha;
- romã;
- toranja;
- pêssego;
- figo e mel;
- pêra;
- maçã e canela;
- primavera (folha de figueira e amêndoa ou avelã), assim chamado por ter a cor verde e por ter sido criado na Primavera;
- ervas (camomila, cidreira, Lúcia-lima, estrela de anis, casca de laranja e um toquezinho de cravinho e canela), uma espécie de “chartreuse” à minha maneira.
O processo de elaboração dos licores é simples, eles têm corpo e alma. A alma é o álcool, a aguardente vínica que entre na sua confecção e o corpo, os frutos ou plantas que os vão aromatizar. Depois de um período de maceração, procede-se à filtragem e adiciona-se uma calda de açúcar. Após um período de estágio mais ou menos longo, estão prontos! E quanto mais velhos, melhores…
Para além dos licores, faço também doces, tendo sempre em conta a criação de novos sabores e fugindo à rotina dos doces mais conhecidos:
- abóbora e laranja;
- pêra e marmelo;
- ameixa e banana;
- figo e melão;
- marmelada de laranja;
- marmelada de limão.
E ainda os vinhos aromatizados, o meu vinho de amora que dizem ser “o must” e o vinho de laranja.
Posto isto, vou terminar a minha história deixando o convite para visitar Sortelha e ao mesmo tempo poderem degustar os meus produtos, ou então, através do contacto e-mail nide_sortelha@hotmail.com.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

O Carnaval no Sabugal



Nalgumas aldeias do concelho ainda existe um antigo costume… Durante os quinze dias que antecedem o dia de Entrudo, os rapazes juntam-se depois de jantar e percorrerem as ruas tocando chocalhos, fazendo um barulho infernal, todos primam em enganar ou fazer qualquer pirraça aos outros.

Como acontece nesta história que vos conto.

Era uma vez …

Há muito tempo atrás o velho João Domingos estava à lareira com a família ceando despreocupadamente.
O fumo ia fugindo pela janelinha para casa do Domingos Ramos, quase rente ao telhado deste, perto da qual estava secando um grande bucho de porco, recheado de bons bocados: língua, beiços, costeletas, lombo e outras partes saborosas. Sabendo isto, um dos rapazes do povo sobe ao telhado, mete a mão pela janela, rouba o bucho e desaparece ouvindo a filha Catarina a gritar:
- Olha que levam o bucho…
Mas este não mais apareceu, assim, ficaria uma família sem ter bucho.
O saboroso petisco foi parar a casa de pessoas amigas que os convidaram para o comer.
Em regra são as pessoas de mais confiança e amigas da família quem faz estas diabruras… só depois se averiguam e são retribuídas no Carnaval seguinte.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Sortelha



Sortelha é uma das mais antigas aldeias do país.
Esta aldeia foi sede de concelho até 1855, em cujo ano passou a fazer parte do concelho do Sabugal.
Este antigo concelho compunha-se pelas freguesias de Sortelha, Casteleiro, Santo Estêvão, Moita, Malcata, Aldeia de Santo António (Urgueira), Pena Lobo, Bendada, Pousafoles, Águas Belas e Lomba dos Palheiros.
O concelho de Sortelha pertencia, então, ao Distrito de Castelo Branco.
Esta aldeia foi mandada povoar por D.Sancho I de Portugal, vindo para ali gente de várias terras, especialmente de Valência, atraída pelas garantias e privilégios que sempre eram concedidos aos povoadores.
A disposição das casas expostas ao sol, poderá explicar o cognome de “lagartixos” dado aos seus habitantes.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Jogos tradicionais
Desde sempre, que os Jogos Tradicionais e Populares, se encontram ligados à natureza, ao lazer e ao clima eufórico da Festa. E nesse espaço essencial de encontro, de cada um com o Mundo e com o Outro, que eles se têm desenvolvido, correspondendo aos desejos de convivência de comunicação, que a vida cinzenta do quotidiano raramente permite. Eles são, por isso, fonte de alegria e prazer, pretexto ingénuo para exibição de perícias e para uma competição empenhada, mas leal. É assim, que os Jogos Tradicionais e Populares, se integram nas raízes culturais dos Povos, constituindo um dos seus traços distintivos, transmitidos às gerações vindouras, corno uma manifestação viva de tradições longínquas seu perfil, contribui para a compreensão do perfil colectivo do corpo social e assumem-se, deste modo, como valor inestimável do património cultural de cada povo. Importa, por isso, que se respeitem na sua essência e se preservem na sua índole, porque, em certa medida, eles fazem parte integrante da nossa própria entidade.

Espaços Naturais

Jogo tradicional do púcaro

È pendurado o púcaro, contendo água, farinha, papelinhos ou outros objectos que, não magoem as pessoas em jogo. É vendado os olhos com um lenço á pessoa que está a jogar, esta com o pau tenta partir o púcaro pendurado numa árvore ou outro sítio.


Jogo do saco

Este jogo tem como tradição, a diversão de crianças e adultos:
Inicia-se com os membros inferiores dentro dos sacos, com um ponto de partida e um ponto de chegada.
Quando uma das equipas chegar em primeiro lugar, ganha o prémio, mas não podendo cair no trajecto.


Matança do galo


A matança do galo é uma tradição usada pelo carnaval, onde arrasta multidões para este evento.
Á sempre uma pessoa de olhos vendados e com um pau na mão, a uma distância de 6/7 metros do local onde se encontra o galo enterrado, apenas com a cabeça de fora.
Sempre que alguém participa nesta brincadeira, paga uma taxa de acordo com o estipulado pelos coordenadores do jogo. Depois do galo morto vai para arrematação onde o dinheiro reverte a favor dos coordenadores da festa.

Trabalho elaborado por, Cristina, Elsa, Adélia, Sílvia

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

ROTEIROS GASTRONÓMICOS





De 21 a 24 de Fevereiro de 2009

VISITE-NOS E DELICIE-SE COM PRODUTOS TÍPICOS DO NOSSO CONCELHO:
Do Caldo escoado ao Caldudo ou à Canja dos cornos, passando pelo famoso Bucho com couves, o delicioso Pixalho ou a Truta do côa frita e terminando da forma mais gulosa possível com uns coscoréis com queijo e compota ou um delicioso Mousse de castanha…

MAPA DOS RESTAURANTES



terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

SOPA DE LETRAS SOBRE SORTELHA

Descubra na horizontal e na vertical 13 nomes desta localidade

Clique sobre a imagem

Só rir:


Diz o marido para a mulher:
- Lembras-te como éramos felizes há 30 anos?!..
- Como é possível? Nem sequer nos conhecíamos?!..
- Por isso mesmo.

A mãe para o Joãzinho:
- Será possível que tenhas comido o bolo sem pensar no teu irmão?
- Estive sempre a pensar nele, mãe! Estava com medo que ele aparecesse antes de o acabar!...

Caçador:
- Ouve lá, Manuel, o teu cão sabe caçar?
-Creio que sim! Não há pulga que ele encontre, que não a traga para casa.

No exame de instrução primária, o professor pergunta:
- Chispe é com X ou CH?
Resposta do menino:
- Lá em casa é sempre com feijão branco e couve lombarda.

Na escola:
- Diga-me, Pedrinho, porque é que o leão tem juba?
-Porque não há barbeiro que se atreva a cortá-la.

domingo, 1 de fevereiro de 2009